20
Dez
15

Year in review and Karting.

Este ano foi mais um que passou. Mais um para adicionar à conta. Logo em Janeiro sou chamado para ser operado, era um coisa simples, mas só fiquei totalmente recuperado em Abril, vá lá, mesmo a tempo do meu aniversário, bela prenda…

Todos parecem fazer uma festa quando fazem anos, eu não, qual a razão que tenho para festejar o facto do número que se mede a idade está aumentar, se estivesse a ficar novo percebia a razão dos festejos, agora, não. Ficar velho é uma porra!

Na mesma altura, o Sol voltou aos céus, andei de moto bué. A GSR-750 é uma melhoria substancial em relação à RKV-125, o facto da GSR dizer “Made in Japan” diz tudo, e tem tudo lá. Numa recta, basta rodar o punho e ir metendo mudanças, quando se olha para a velocidade ela aumenta a um ritmo que só quem já acelerou algo do género percebe, por isso apetece-me rir quando perguntam a razão de ter algo que dá 250 à hora, se só posso andar à velocidade estabelecida, ou por desses 250 só ter chegado aos 190. A diversão daquela moto é acelerar e sentir o tiro que é.

A psiquiatra que me ouvia morreu. Da última vez que conversamos, sabíamos que era última quando nos despedimos. Era uma médica que eu pagava para me ouvir, mas ela escutava… e tenho saudades dela…

Descobri o mundo dos kart, testei num de um amigo e acabei comprando um kart. É divertido, não posso fazer na estrada o que faço ali. É fixe, a malta lá é  simpática e quando se conduz aquele kart, na se tem tempo para pensar noutra coisa, quando não se está a correr com ele, passa-se algum tempo à volta dele com pormenores o que também distrai um bom bocado de tudo o resto. Basicamente é um passatempo em que preparamos uma máquina para correr, mas depois tempos de a conduzir… não sou lá muito bom na condução mas tenho melhorado, espero ir melhorando à medida que for aumentando o tempo ao volante.

 

Agora estamos novamente a chegar ao fim do ano, teve partes boas, partes más.  O Sol brilha menos horas no céu, já não está tão quente, sente-se a escuridão e o frio, mas só mais uns dias e voltamos a ter o céu azul.

 

 

 

 

06
Out
12

Tempestades, aquecimento global e afins.

Estes últimos tempos alguns foram surpreendidos com tempestades que nos atingiram de forma pouco usual, mas essas tempestades são a expressão mais visível de algo que tem estado a formar-se a mais tempo e que quase de forma imperceptível tem-nos afectado pouco a pouco, o aquecimento global.
Por norma é dito que a terra irá aquecer e todos imaginam que isso se irá passar daqui a uns anos grandes no futuro e não se preocupam muito, a verdade é que já estamos a viver num mundo aonde o aquecimento global se instalou e se tem agravado nos últimos anos, a neves brancas do monte Kilimanjaro em África que praticamente desapareceram, os glaciares que tem estado a recuar a um ritmo nunca visto, a Gronelândia aonde a cada ano perde cada vez mais gelo, o pólo norte em que o gelo tem ficado menos espesso a cada ano e a Antárctida que em 2001 perdeu para o mar numa questão de semanas uma faixa de gelo equivalente a Rhode Island chamada Larsen B.
Os futurologista que descrevem o cenário de uma terra mais quente fazem-no sempre num cenário distante, mas as secas prolongadas, chuvas intensas e tempestades mais frequentes e intensas previstas para daqui a 50 anos já se verificam na actualidade, por isso como será de facto o futuro daqui a uns 50 anos realmente.
Infelizmente, mesmo que por alguma forma mágica todos deixassem de usar o petróleo amanhã não iria fazer qualquer diferença, os estragos já estão feitos e começaram com a era industrial e foram-se agravando desde então.
Num filme de 1999 alguém dizia que os seres humanos quando chegavam a um novo território que colonizavam, esgotavam todos os seus recursos aumentavam de número e quando nada mais houvesse para explorar simplesmente mudava-se para um novo sitio e que os únicos organismos com um comportamento similar eram os vírus, que a humanidade era uma doença, uma praga que afligia este planeta. Com um numero actual de 6 biliões de habitantes essa frase desse filme tem uma certa razão, somos demasiados, estamos a esgotar os recursos e pior, conseguimos destabilizar um planeta inteiro.
Resumindo, temos população a mais e uma terra cada vez mais quente, faz-me pensar num livro de Carl Sagan, Inverno Termonuclear, não seria a solução para ambos os problemas?

19
Set
11

A dita ‘crise’.

Está nas noticias em todos os canais, a crise, esta coisa maléfica e invisível mas que nos afecta a todos, malvada sem rosto mas que nos mete as mãos ao bolso.
Mas exactamente o que é esta crise e como começou, será o rosto da mesma assim tão invisível? Intriga-me a ideia de alguém que mete a mão ao bolso e nem dou conta, por isso pensei sobre o assunto e cheguei a uma conclusão algo estranha.
A crise não começou agora, nem ao ano passado nem com a falência dos bancos, não por incrível que parece a crise começou com algo mais distante, a guerra do Iraque e a subsequente guerra no Afeganistão. Sim esses foram os motores que alimentaram a crise, porque o acontecimentos que desencadearam essas 2 frentes ofensivas também tiveram repercussões na economia que ficaram esquecidas, uma foi o súbito aumento dos combustíveis fosseis nos quais assenta a nossa economia, o impacto do aumento destes foi tão grande que de súbito aparecem como por magia carros híbridos e eléctricos como se estes fosse revolucionários quando na realidade poderiam ter sido feitos anos atrás. Depois disto veio o impacto nos custos de produção de todos os produtos acrescido pelo escalar do custo das duas frentes de combate, o resultado, os bancos arrebentaram porque estava-se a tentar passar uma imagem de normalidade quando a realidade era tudo menos normal, financiou-se duas guerras sem aumento de impostos, o dinheiro naturalmente tinha de vir de algum lado, quando as vacas secaram ‘bancos’, foi aí que se compreendeu que nada se havia aprendido com as lições do passado, e a bolsa caiu os mercados mergulharam na crise, desemprego e a impossibilidade de pagarem os créditos habitacionais no país envolvido no conflito foram apenas as últimas gotas de água necessárias a fazer uma economia cair e levar consigo todas as outras.
Agora estamos todos lixados, basicamente. Mas o que fazer, vamos continuar a ser prejudicados com as agencias de ratting a nos porem no lixo para depois no emprestarem dinheiro a juros mafiosos só para que lucrem com a nossa desgraça e consigam assim pagar as suas próprias contas, isto é o que se tem passado, o melhor truque de magia e fazer o público olhar para uma mão enquanto com a outra mudamos as cartas e isto é o que de facto tem-se passado, estamos a pagar o facto de alguém ter ido para a guerra e ter-se esquecido de aumentar os impostos para financiar a mesma.
A minha única preocupação é que a única referencia histórica a uma crise generalizada na Europa provocada pela queda de uma bolsa remonta aos anos 30’, e a solução que arranjaram, ou, como a coisa se resolveu… bem olhem para os jornais de 1939 a 1945….

14
Set
11

Quarta-Feira.

Eis que chegamos ao marco de 50% da semana, ½ já está feita é o ponto em que o pior já passou, porque sejamos honestos, o pior dia da semana é sempre a Segunda-Feira, esta sim é definitivamente o dia mais difícil da semana, agora quando chegamos a meio já estamos a ter um vislumbre da meta, mas esta ainda está longe só mesmo quando a atravessarmos é que chegamos ao fim, é um pouco como correr uma distância, se pensarmos em demasiado que chegamos a meio caímos no erro de começar a ser pessimistas a pensar em tudo no que ainda falta esquecendo o quanto já percorremos e que de facto já estamos quase a chegar ao objectivo pretendido.
O truque é não pensar em demasia nisto tudo, a semelhança de percorrer uma distância, invés de ocuparmos a mente a pensar no quanto já andamos e no quanto ainda falta, o que temos de realmente de pensar é que temos de continuar, um passo de cada vez uma e outra vez, limpar os pensamentos de tudo que nada irá contribuir para atingirmos o objectivo e simplesmente colocar os pés no chão um à frente do outro.
Quando damos conta ou chegamos à meta pretendida, ou alguém chama a atenção e nos diz que já lá chegamos, o certo é que se pensarmos em todos os pormenores do ponto ‘A’ até ao ponto ‘B’ podemos até fazer o percurso, mas não iremos apreciar a paisagem por tão ocupados que estaremos com pormenores que nada irão contribuir para cruzar a meta.
Eu, bem sei qual o dia da semana porque olhei para o calendário, porque quando chegasse ao fim da semana sei que haveria de dar conta. Até lá tenho de aproveitar os segundos que tenho ainda por descobrir sem estar à espera deles, uma surpresa é mais agradável do que se tivermos à espera dela.

15
Ago
11

Aonde isto irá parar…

    Vejo-me a questionar recentemente aonde isto tudo irá nos levar. Ao ver a notícias não deixo de me sentir alarmado, existe uma sensação de pessimismo latente em cada bloco informativo, parece que já nada de bom acontece no mundo, apenas coisas más e fico com a impressão que cada vez parece que tudo está a ficar pior como tudo que tão arduamente foi conseguido no século XX estivesse preste a cair por terra tal qual um castelo de cartas.

    Fico com a ideia que vivemos tempos difíceis, falam da economia mas no entanto parece que esta também não é único mal que nos aflige, é como se o tecido base da sociedade esteja a rasgar-se aos poucos, com de tudo que se diz, apesar de tudo serem más noticias, na realidade exista algo ainda mais grave a passar-se com o mundo mas que ninguém parece ver tal como se tivéssemos a correr numa floresta no meio da noite, não me surpreende os ocasionais impactos com árvores no caminho, sabemos que elas lá estão mas no entanto parece que mesmo assim estão todos a correr entre elas com a ténue esperança que não vão-se espetar contra uma. Por vezes sento-me e questiono-me se não nos estão a esconder qualquer coisa, está este mundo todo a correr numa floresta à noite e ainda ninguém reparou e nos alertou para o facto que vai ser inevitável embatermos nas árvores.

    Não sei qual a solução, mas também ninguém parece realmente colocar o problema tal qual ele é, parece que todas as semanas vai-se levantando um pouco do véu mas muito ainda está para ser descoberto.

12
Nov
10

Quase a chegar ao fim-de-semana.

E cheguei a mais um fim-de-semana, só falta passar a Sexta-Feira e fico finalmente com tempo para nada fazer a não ser pensar no que realmente me apetecer, é difícil questionarmos as razões de ser do mundo sem tempo livre, apesar de ser um exercício sem qualquer proveito, gosto de criar questões para depois procurar as respostas…

P.S.-Também tinha de ver como ficava qualquer coisa neste novo blogue agora que mudou de sítio.

09
Set
10

Assim mais um dia se passou.

            Como todos
os outros começou quando acordei e segui a minha rotina diária, depois foi
trabalhar e regressar novamente a casa.

            É a minha
rotina, o tempo livre que resta no meio disto tudo fico simplesmente a dormir
ou a pensar nisto ou naquilo.

            Penso que a
idade me fez questionar a fundamental questão que assola a humanidade desde
sempre, qual o meu propósito afinal.