27
Out
06

Inspiração.

    

    Não tem que ver com o acto de respirar, pois esse é autómato,
mas sim com aquela fonte da qual correm as ideias sobre o que pensar ou
escrever, quando a descobrimos esta mostra-se infinita, tal qual uma nascente
de onde brota água. A inspiração é algo infinito quando escolhemos a fonte
certa.
    Poderia
divagar sobre o tema, tornando-o infinito, mas seria impraticável, além do mais
a inspiração é como água, deve-se beber devagar mesmo que tenhamos de apaziguar
a maior das sedes, deve-se deixar correr naturalmente e saborear cada gota,
mesmo que seja sem um sabor particular à partida. Quando se tem sede, a água é
como precioso mel, doce e suave que nos delicia e acaricia os lábios e sentida
na alma, devemos fechar os olhos e sentir a mesma inundar-nos os sentidos e a
fluir-nos no sangue até que chegue ao coração. Quando isso acontece, somos
transportados para o plano existencial superior, pois com a sede apaziguada,
estamos em paz e harmonia com o universo.
    A inspiração
é necessária à vida, tal qual água, pois sem esta não seríamos nada, no final
somos o reflexo que vemos na água graças a essência da luz.


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