04
Out
06

Equilibrium.

    O balanço
precário. Assim está tudo no universo, em equilíbrio de forças, proporções e números.
A cada força opõe-se outra igual.
    Num
universo reduzido à ínfima partícula observa-se que em tudo há equilíbrio,
poderá supor-se então que aplicando o mesmo raciocínio a tudo mais, então até a
nossa existência terá que ser balanceada de formar a que existência tenha como
ponto de equilíbrio a inexistência. Se existo tenho de não existir também.
    De um lado
nada, do outro tudo. A dualidade do equilíbrio está à vista, por um lado é fácil
descrever a minha inexistência, um folha em branco num arquivo que nem existe. Agora
o oposto é tudo que vejo à minha frente todos os dias, todos os minutos,
segundos e pensamentos que passam.
    A realidade afinal de
contas pelas regras existirá de facto? Se não existo, logo também não haverá
realidade, mas por outro lado será a realidade apenas resultado da minha existência
inexistente



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